Idealizada por este filho dedicado (Juvenal Amaro da Silva) em 1986. Cores: verde, simboliza a vegetação do município; azul: o céu, visto do município; branca: a paz, a pacatez do povo umirinense. Brasão: o ramo (todo verde), simboliza a agricultura do município de modo geral; a caieira (forno em que se calcina a pedra calcária e se faz a cal), simboliza a fabricação da cal no município; as pedras, simbolizam a existência do calcário no subsolo do município.
sábado, 20 de agosto de 2011
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
NOSSA SENHORA DA NATIVIDADE
Nossa Senhora da Natividade
Ó padroeira da querida terra
Protejas sempre a nossa cidade
Por todo bem que nela se encerra.
Quem te invoca na realidade
Conhece e sabe que assim não erra
Pois busca a paz com felicidade
E evita o mal e foge da guerra.
Ó Padroeira, ó mãe protetora
Que em tantas causas és intercessora
Em tuas mãos tenhas Umirim.
O conduzindo rumo ao progresso
Num bom caminho sem ter retrocesso
Com tuas bênçãos ser feliz, enfim.
Juvenal Amaro
segunda-feira, 18 de julho de 2011
UMIRIM, MEU POBREZINHO
Ó meu Umirim querido
você se encontra falido?
Não me diga que é verdade
é tão pouca a tua idade
como ente emancipado.
Qual foi o teu pecado
para sofrer tanto assim?
passaste tempo ruim
e depois de independente
pensou-se ser diferente
que desofuscado o brilho
cuidado pelos teus filhos
seguisses de vento em popa.
mas é uma coisa louca!
tu continuas carente.
Coitada da tua gente
que foi surgindo um dia
como diz a poesia
"às margens de um rio pequeno".
Mas o que sobra é "veneno"
do banquete de quem manda.
Teu povo dança ciranda
a procura de milhoras
e o que é seu vai embora.
Segue por outros caminhos.
Umirim, meu pobrezinho!
Já foi Riacho da Sela
que mais conforto revela,
hoje nem mais sela cabe,
uma cangalha, que sabe!
seria mais adequado.
Mas não ficas magoado
Umirim, nosso torrão,
estás em meu coração
e de muita, muita gente
que te ama realmente.
Umirim, julho de 2011
você se encontra falido?
Não me diga que é verdade
é tão pouca a tua idade
como ente emancipado.
Qual foi o teu pecado
para sofrer tanto assim?
passaste tempo ruim
e depois de independente
pensou-se ser diferente
que desofuscado o brilho
cuidado pelos teus filhos
seguisses de vento em popa.
mas é uma coisa louca!
tu continuas carente.
Coitada da tua gente
que foi surgindo um dia
como diz a poesia
"às margens de um rio pequeno".
Mas o que sobra é "veneno"
do banquete de quem manda.
Teu povo dança ciranda
a procura de milhoras
e o que é seu vai embora.
Segue por outros caminhos.
Umirim, meu pobrezinho!
Já foi Riacho da Sela
que mais conforto revela,
hoje nem mais sela cabe,
uma cangalha, que sabe!
seria mais adequado.
Mas não ficas magoado
Umirim, nosso torrão,
estás em meu coração
e de muita, muita gente
que te ama realmente.
Umirim, julho de 2011
sexta-feira, 22 de abril de 2011
MORTE DE JESUS
Juvenal Amaro
Proferida a sentença
dando a condenação
ao calvário, Jesus Cristo
levaram com humilhação
e chegando em Hebreu, Gólgota
houve a crucificação.
As roupas que lhe tiraram
vestiram-lhe novamente
e puseram-lhe aos ombros
uma cruz e cruelmente
ordenaram-lhe então
que fosse andando na frente.
O Salvador oprimido
com o peso do madeiro
caia muito por terra
no meio dos desordeiros
que logo o chicoteavam
para levantar ligeiro.
Mas no caminho, um homem
eles puderam encontrar
que se chamava Simão
e forçaram-no a ajudar
Jesus Cristo, aquela cruz
tão enorme, carregar.
Com Jesus de Nazaré
dois ladrões iam levando
também ao grande suplício
lado a lado caminhando
e um tropel de povo
ia, à parte, acompanhando.
Lá no alto do Calvário
foram a Cristo oferecer
vinho com fel misturado
para que do padecer
melhor suportasse as dores
mas Ele não quis beber.
Tiraram-lhe as vestimentas
e pregaram-no na cruz
entre dois ladrões que como
Cristo estavam quase nus
e puseram J. N. R.J.
na cruz, acima de Jesus.
Suspenso na cruz estava
o divino salvador
e não tinham compaixão
aquele povo sem amor:
enquanto o sangue escorria
mas zombava da sua dor.
Até mesmo um dois ladrões
que ao seu lado estava
crucificado também
O tempo todo blasfemava
mas o outro o repreendendo
desta maneira falava:
Não temes então a Deus
mesmo estando pra morrer?
Nós por certo padecemos
por nosso mal proceder
mas este que mal fez ele
para tanto assim sofrer?
Com a mãe do Salvador
João ao pé da cruz ficou.
Vendo a mãe e o discípulo
que amava, Jesus falou:
"Mulher eis aí teu filho"
e "eis aí tua mãe". E calou.
O sol a escurecer
ao meio dia começou,
a terra até as três horas
em trevas toda ficou
quando com tamanha voz
Jesus Cristo assim falou:
"Por que me desprezastes,
Deus meu?" E depois dizendo:
"Tenho sede". E um soldado
uma esponja embebendo
em um vaso de vinagre
logo foi oferecendo.
Jesus naquele momento
tendo o vinagre provado
disse então logo depois:
"Tudo está consumado."
Mas de novo de seus lábios
em alta voz foi falado:
"Pai, encomendo em vossas
mãos o espírito meu."
E com os olhos para os céus
da maneira que ergueu
dizendo estas palavras
inclinou a cabeça e morreu.
Juvenal Amaro
1981
Proferida a sentença
dando a condenação
ao calvário, Jesus Cristo
levaram com humilhação
e chegando em Hebreu, Gólgota
houve a crucificação.
As roupas que lhe tiraram
vestiram-lhe novamente
e puseram-lhe aos ombros
uma cruz e cruelmente
ordenaram-lhe então
que fosse andando na frente.
O Salvador oprimido
com o peso do madeiro
caia muito por terra
no meio dos desordeiros
que logo o chicoteavam
para levantar ligeiro.
Mas no caminho, um homem
eles puderam encontrar
que se chamava Simão
e forçaram-no a ajudar
Jesus Cristo, aquela cruz
tão enorme, carregar.
Com Jesus de Nazaré
dois ladrões iam levando
também ao grande suplício
lado a lado caminhando
e um tropel de povo
ia, à parte, acompanhando.
Lá no alto do Calvário
foram a Cristo oferecer
vinho com fel misturado
para que do padecer
melhor suportasse as dores
mas Ele não quis beber.
Tiraram-lhe as vestimentas
e pregaram-no na cruz
entre dois ladrões que como
Cristo estavam quase nus
e puseram J. N. R.J.
na cruz, acima de Jesus.
Suspenso na cruz estava
o divino salvador
e não tinham compaixão
aquele povo sem amor:
enquanto o sangue escorria
mas zombava da sua dor.
Até mesmo um dois ladrões
que ao seu lado estava
crucificado também
O tempo todo blasfemava
mas o outro o repreendendo
desta maneira falava:
Não temes então a Deus
mesmo estando pra morrer?
Nós por certo padecemos
por nosso mal proceder
mas este que mal fez ele
para tanto assim sofrer?
Com a mãe do Salvador
João ao pé da cruz ficou.
Vendo a mãe e o discípulo
que amava, Jesus falou:
"Mulher eis aí teu filho"
e "eis aí tua mãe". E calou.
O sol a escurecer
ao meio dia começou,
a terra até as três horas
em trevas toda ficou
quando com tamanha voz
Jesus Cristo assim falou:
"Por que me desprezastes,
Deus meu?" E depois dizendo:
"Tenho sede". E um soldado
uma esponja embebendo
em um vaso de vinagre
logo foi oferecendo.
Jesus naquele momento
tendo o vinagre provado
disse então logo depois:
"Tudo está consumado."
Mas de novo de seus lábios
em alta voz foi falado:
"Pai, encomendo em vossas
mãos o espírito meu."
E com os olhos para os céus
da maneira que ergueu
dizendo estas palavras
inclinou a cabeça e morreu.
Juvenal Amaro
1981
quinta-feira, 21 de abril de 2011
BALNEÁRIO CAXITORÉ
Juvenal Amaro
Calmo contemplando as águas
deste magnífico açude
aí então foi que pude
perceber quanta grandeza
recurso que a Natureza
para a vida nos concede
A gente se senta e pede
uma tilápia com baião
e sentindo a sensação
de paz, ao frescor das águas
esquece tristeza e mágoas
rejuvenesce o espírito
num panorama bonito
rústico e aconchegante
que parece delirante
pra quem vive na cidade
Mas essa simplicidade
é algo muito real
que inspira o Juvenal
agora neste momento
e eu somente lamento
é pelo passar das horas
eu ter que ir já embora
de volta na mesma trilha
junto com as minhas filhas
Juveneide e Juaneide
mas sei que ainda hei de
voltar outra vez aqui
também com o Valdemir
que agora nos acompanha
com satisfação tamanha
tirando fotografia
enquanto da água fria
vêm respingos pelo vento
fazendo um encantamento
que só quem o presencia
pode sentir a magia
que há ali com certeza
E eu sentado à mesa
tosca de uma barraca
segurando gafo e faca
numa alimentação
Surge a inspiração
e olhando o universo
então faço estes versos
do mais profundo da alma
neste momento de calma
que a matéria desanda
e o espírito comanda
toda uma narração
que parte do coração
sensível deste poeta
que a vida interpreta
de maneira diferente
Olhando a água corrente
que cai ao chão como neve
enquanto a mente escreve
com a imaginação
e grava no coração
de onde jamais se apaga
porque o peito afaga
beleza deste cenário
até mais balneário
até mais Caxitoré
Juvenal Amaro
Em Julho de 2010
sábado, 9 de abril de 2011
PRESENÇA AMÁVEL
Sonhei que o mundo havia
entrado em depressão
que nenhum jardim floria
e a chuva que caia
não fertilizava o chão.
Sobreviver era impossível
naquele mundo qualquer,
esquesito e horrível
porque faltava a incrível
presença amável da mulher.
Juvenal Amaro
entrado em depressão
que nenhum jardim floria
e a chuva que caia
não fertilizava o chão.
Sobreviver era impossível
naquele mundo qualquer,
esquesito e horrível
porque faltava a incrível
presença amável da mulher.
Juvenal Amaro
MILAGRE
Jamais consegui fugir
Da paixão que me devora
Porque o meu coração
Lembra-me a toda hora
Que dela não abre mão
E eu sem outra opção
Vou vivendo a esperar
Que um dia aconteça
Um milagre, e ela esqueça
De não querer me amar.
Juvenal Amaro
Da paixão que me devora
Porque o meu coração
Lembra-me a toda hora
Que dela não abre mão
E eu sem outra opção
Vou vivendo a esperar
Que um dia aconteça
Um milagre, e ela esqueça
De não querer me amar.
Juvenal Amaro
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